03/12/2012

Nomes de personagens


Nota editada: Aqui postei mais nomes para personagens, se preferirem, comentem lá (será mais fácil para localizarem os comentários de vocês depois, e para mim também, rs). Grata. 

Olá, amores!

Hoje trago para vocês um tema que realmente me deixa confusa, e, aposto que não só a mim, mas para diversos escritores iniciantes: nomes de personagens e suas características. 

Sim, eu sou péssima para escolher nomes para personagens. O "livro" Meninas de Seda (que estou escrevendo.) se passa inteiramente no Brasil, embora boa parte da história se passará em um universo paralelo, que eu inventei. Mas isso não vem ao caso, o ponto que estou querendo chegar é que, passando-se no Brasil, nada mais óbvio seria que meus personagens tivessem nomes brasileiros, não é mesmo? 

Só que não (é impressionante como essa expressão ficou tão popular nas redes sociais, e é adequada a diversas situações cotidianas). Enfim, eu resolvi não colocar nomes brasileiros nos personagens. Talvez seja por estar tão acostumada com nomes típicos da região, então eu precisava de algo diferente. Mas a dica de hoje, vai para você que, assim como eu, também trava na hora de escolher nomes. 

Em primeiro lugar: Qual a essência do seu livro? Antes de mais nada, escolha o cenário onde se passará. Como eu já havia citado,  meu livro se passa no Brasil, mas em muitos momentos quase não deixa transparecer isso, então eu escolhi nomes estrangeiros a vontade. Mas caso seu livro tenha grandes aspectos brasileiros, que deem realmente a impressão de se passarem no Brasil, escolha nomes que combinem com esse cenário cultural. 

Em segundo lugar: São tantos nomes, um mais lindo do que o outro, que fica realmente complicado escolher um que combine perfeitamente com seus personagens. Eu creio que traçar as características principais dos personagens pode ajudar (e muito) na decisão do nome. Desde que defini o nome de meus personagens, não consigo mais mudá-los. Eu tenho a concepção de que se eu mudar o nome do personagem após definir sua personalidade, seria como matar aquele personagem, rs. 

Em terceiro lugar: Quando comecei a escrever, foi muito difícil encontrar nomes para os personagens. Sempre que encontrava, eram apenas cinco ou seis exemplos de nomes. Mas, se não me engano foi no Yahoo (não lembro exatamente qual a fonte), que encontrei mais ou menos 100 nomes femininos e masculinos para personagens, confere só: 

Masculinos:

Femininos: 

Nota: Esta parte é editada. Me foi sugerido por uma leitora, a Ana Carolina, um excelente site onde você pode gerar um nome/segundo nome e sobrenome para seu personagem, além da nacionalidade a qual ele pertence, vale a pena a conferida: Behind the name.

Nota: A pedido de alguns leitores, fiz uma postagem em relação à sobrenomes também: Sobrenomes para personagens
E não deixem de curtir nossa página do facebook, Rainha da Epifania

Nota atualizada em 15/07/2015: Meus amores, como eu ainda recebo muitos comentários nessa postagem, e não consigo responder todos eles, enviem suas dúvidas através do e-mail ser-escritora@outlook.com. 

Abraços. 

Características de personagens

A construção de uma personalidade não é algo fácil. Ainda mais quando se trata da personalidade de um personagem de livro, novela, conto, etc. 
Eu estava pensando em dar algumas dicas para construção de nomes de personagens, e já até comecei a construir a postagem, mas parei para pensar e cheguei a seguinte conclusão: não adianta apenas escolher o nome perfeito, que se adeque ao cenário, época, etc. O nome também deve combinar com a personalidade do personagem, e, é exatamente por isso que resolvi fazer essa postagem antes de postar sobre os nomes do personagens.
Vamos ao que interessa, rs. Esses serão apenas alguns exemplos que me vieram à mente, existem muitos outros, caso queiram acrescentar, fiquem a vontade nos comentários.

Inteligente, culto, racional: É aquela pessoa/personagem que sempre tem um livro por perto. É tido como uma Wikipédia humana, pois sempre que está conversando com alguém, cita algum trecho que leu, ou complementa uma frase com: Eu li em tal lugar que...
Uma pessoa pouco emotiva, que prefere usar sua racionalidade para tudo. Sabe de tudo um pouco, mas tem um determinado tema que se destaca (história, biologia, criptografia, etc.). Em sua casa tem uma vasta estante repleta de livros, e seus lugares favoritos no mundo são a biblioteca e a livraria.

Emocional, depressivo: Uma pessoa que só fala em morte, simplesmente.É melancólico(a) e as pessoas não se sentem muito bem por ficarem perto dele(a), afinal, quem gosta de pessoas com a auto-estima lá embaixo, não é mesmo? É uma pessoa que se emociona fácil, e por tudo. 

Metido, egoísta, egocêntrico: Uma pessoa/personagem que pensa apenas em si mesmo. Gosta de ser o centro das atenções e luta para consegui-lo. Pode ser considerada uma pessoa antipática. 

Extrovertido, sociável, alegre: Uma pessoa que conversa com "todo mundo". Não tem vergonha de fazer novas amizades. É o chamado "agita festas". Além de ser uma pessoa alegre, faz feliz as pessoas ao seu redor. 

Auto-suficiente, confiante: Simplesmente, alguém que acredita em todo seu potencial no que quer que faça. Essa pessoa não aceita um não como resposta, e sempre está a luta daquilo que quer. 

Ignorante: Essa palavra tem dois significados (pelo menos para mim): ou uma pessoa de baixo conhecimento, ou seja, alguém que não saiba ler ou escrever. Mas ignorante também pode se referir à uma pessoa estúpida, que compra briga fácil, e sempre se acha o dono da razão. 

Reservado, conservador: Aquela pessoa tímida, que tem poucos, talvez nenhum, amigos. Essa pessoa pode ser reservada fisicamente: se veste dos pés a cabeça, não gosta de exibir seu corpo. Sabe aquela pessoa que iria para a praia de calça jeans e camiseta? Então, uma pessoa reservada (eu poderia dizer também exagerada). 

Suspeito: Em um romance policial, esse é o suspeito número 1. Talvez por ser algum inimigo da vítima, ou por seu jeito misterioso, sempre acaba atraindo a desconfiança das pessoas. 

Meigo, doce, bom: Uma pessoa que simplesmente faz de tudo para agradar seus amigos e as pessoas ao seu redor. É bom ficar perto de pessoas assim, mas muitas vezes tanta doçura pode acabar enjoando. Geralmente, não se "estressa" com outras pessoas, e está sempre de bem com a vida. Uma pessoa companheira, que não mediria esforços para fazer o que fosse preciso por seus amigos. É também considerada uma pessoa fácil de manipular. 


Nota Editada: Votem no livro "Não foi Suicídio!", concurso da Young Editorial para publicação. Votação irá até dia 10/09/2016. Ajudem uma pobre autora, rsrs. 

Resenha - O código da Vinci


Autor: Dan Brown
Título original: The Da Vinci Code
Ano: 2003
Editora: Sextante
Gênero: Romance policial
Avaliação: Ótimo 
Sinopse: "Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve membros como Leonardo Da Vinci. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime em que apenas sua neta, Sophie Neveu, e Robert Langdon poderia desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica. "

O livro faz jus a toda a fama que tem. Não é a toa que esse é um dos livros mais vendidos no mundo. 
Robert Langdon, o detetive principal das histórias de Dan Brown vem com tudo nesse romance policial. 
Um conceituado professor de Simbologia em Harvard , Robert agora está em Paris. 
Ele recebera a ligação do curandeiro do museu do Louvre em que o homem gostaria de se encontrar com Robert para discutirem simbologia. 
Nada fora do comum, afinal, nas histórias de Dan Brown é comum que pessoas do mais alto grau e de organizações secretas, que geralmente não se encontram com ninguém, resolvam ligar para Robert para marcar um cafezinho. 
Mas o curandeiro não aparece, e Langdon recebe uma ligação da polícia de Paris. Não o convidando para um chá, mas sim para informar que Jacques Saunière, o curandeiro, fora encontrado morto. Eu não me lembro exatamente se fora uma ligação mesmo que ele recebeu, ou um fax com uma foto de Saunière morto. 
Enfim, Robert imediatamente vai até o Museu, onde ele descobre o motivo da polícia tê-lo chamado ali: Antes de morrer, Jacques escrevera uma sequência de números a seu lado, uma frase aparentemente sem sentido, e abaixo: 
P. S.: Encontre Robert Langdon

A frase faz a polícia acreditar que fora Robert o assassino de Jacques. Mas, eles estavam enganados. 
Como em todos os livros que já li do Dan Brown, Robert conta com a ajuda de uma bela mulher, Sophie Neveu, que é neta de Jacques e criptóloga. 
Os dois juntos tornam-se os suspeitos principais do crime, e, enquanto estão fugindo da polícia, eles deverão desvendar o código imposto por Jacques. 
Cada pista que descobrem, os leva para outro lugar. 
Em alguns momentos do livro, senti uma certa apreensão, pois os dois pareciam encurralados, mas Dan Brown conseguia sempre achar uma saída, com uma boa dose de criatividade. 
A leitura flui bem. Esse é um daqueles livros que você pega pensando "Vou ler apenas mais uma página". E quando menos percebe, já leu metade do livro. 
O único ponto negativo que encontrei no livro, é que ocorre tanta coisa que mal dá para perceber que tudo acontece em apenas uma noite. 
Acho o tempo surreal demais para todos os acontecimentos. 





02/12/2012

Capítulo 3 - Parte 2

No capítulo anterior:

- Onde nós vamos?
- Permanecer aqui pode ser perigoso. Levaremos você amanhã cedo para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído. Amanhã, você conhecerá um mundo que é totalmente nosso. 

Capítulo 3 - A descoberta de um novo mundo - Parte 2 


Fui para meu quarto imediatamente, pois estava ansiosa.

Demorei um bom tempo organizando todos os meus pertences. Mais ou menos sete malas guardavam minhas roupas, que foram cuidadosamente enroladas, uma com sapatos e joias, e pelo menos seis com meus livros.

Peguei o diário de Sarah Dolman, minha avó. Anteriormente, eu não havia notado, mas agora eu percebia que havia uma frase escrita na capa.
“Você pode passar a vida inteira buscando a chave para a felicidade, para descobrir que aquilo que procura está dentro de você”
Eu não sabia se Sarah fora poetisa, mas a frase era muito boa. Talvez seja mais uma dessas frases que lemos no facebook, mas é sempre bom lembrar.
Guardei o diário bem no fundo de uma das malas de livros.
Eu iria sair para avisar a Paul e Anna que eu já estava pronta, caso eles quisessem ir naquele momento mesmo, mas tive que parar para ouvir a conversa entre os dois.
Não que eu fosso bisbilhoteira, só acho que eles não conversariam sobre aquele assunto em minha presença.
- Você acha mesmo que foi ele? – perguntou Anna, apresentando assombro em seu sussurro de voz.
- Não tenho a menor dúvida. Quem mais assassinaria a pior inimiga de Natalie e ainda escreveria o nome dela em seu pulso. – perguntou Paul, como se a conclusão fosse óbvia.
- Mas o filho de Callum não pode ter feito isso. Afinal, nem sabemos se ele sobreviveu ou não. – argumentou Anna.
- É bem provável que sim. – respondeu Paul, temeroso.
- Mas eu temo pela maldição. Lembra-se da profecia?
- Claro que sim. Apenas irmãs poderiam quebrar a maldição. – ele disse, reforçando a ideia dela.
- Sim, mas a única irmã que Natalie teve está morta. – Anunciou Anna.
- Sim. – Paul disse, erguendo o pescoço. - Victoria morreu justamente pela maldição.
- Isso não está certo. Bem, vamos para nosso quarto, precisamos arrumar nossas malas.
 Eu fechei a porta rapidamente, sem fazer nenhum barulho.
Então, Victoria era minha irmã. Isso já era um avanço para o ponto de partida que eu estava.
***
O sol já amanhecia lá fora. Eu não conseguira dormir a noite toda, tamanha minha excitação e ansiedade.
Talvez eu tivesse medo de dormir e perceber que tudo aquilo que estava acontecendo não passara de um sonho.
Meus olhos apresentavam olheiras enormes, que acentuavam mais ainda as sardas do meu rosto.
Meus cabelos ruivos apresentavam um brilho diferente, e estavam mais rebeldes do que o normal. Eu os mantinha compridos e levemente enrolados. Da forma como eu adoro.
Refiz três vezes minhas malas, afinal, eu precisava encontrar a forma perfeita de deixar meus sapatos e livros organizados.
Sou muito perfeccionista!
- Natalie, já está acordada? – perguntou Anna, com aquela voz grave, que em nada combinava com seu jeito delicado.
- Eu nem dormi. – respondi, bocejando levemente.
- Mas precisava. – ela respondeu, daquele jeito maternal. Deveria ser a força do hábito. – Pegue suas malas. Nós temos que ir antes que as pessoas comuns comecem a acordar.
Olhei para o relógio. Era exatamente 5h00. Aposto que muitas pessoas já estavam
acordando naquele momento.
- Poderia me ajudar? – perguntei, abrindo abruptamente a porta e indicando as malas.
- Claro! – ela respondeu, animada.
Em poucos segundos, todas as minhas malas estavam dentro do carro.
- Vamos! Não podemos nos atrasar. – Anunciou Paul, se apossando do banco de motorista.
Entramos no carro e começamos a seguir caminho, rumo ao desconhecido. Bem, pelo menos para mim!
O céu estava incrivelmente bonito nessa manhã.
O sol brilhava atrás das nuvens, e o céu aparentava uma cor violeta. Muito bonito mesmo!
Eu nunca reparara como as ruas podem ser bonitas a essa hora da manhã. Acho que eu deveria prestar mais atenção aos pequenos detalhes que me cercam.
Eu estava quase adormecendo, quando o carro parou abruptamente.
- Chegamos? – perguntei, esperançosa.
- Quase isso! – respondei Paul.
***
Não postei tudo pois a postagem ficaria enorme. 
Desculpe pela demora, como sempre, 
beijos,
Juliana Rodrigues. 


01/12/2012

Nostalgia!

Sempre que começa o mês de Dezembro, aquela mesma nostalgia de sempre vêm a tona.
Eu começo a relembrar de músicas que marcaram minha infância, e algumas delas ainda estão presentes na lista de música ouvidas atualmente.
Em algumas músicas, percebo que mudei muito... mas em outras ainda tenho as mesmas sensações que tinha na época que ouvia essas músicas.
São tantas lembrança que vêm a tona que nem sei descrever como me sinto.
Dezembro é meu mês de Nostalgia...
Bem, vamos ao que interessa.
Entre as músicas brasileiras mais marcantes, estão:






E para finalizar, uma internacional: 

Sim, eu gostava de High School Musical. Acho que a maioria das garotas da minha idade também gostavam. 
Eu não assisto mais os filmes atualmente, mas sempre que ouço essa música, tenho tantas lembranças. Algumas boas, como, a forma como eu cantava e dançava todas as canções de todos os filmes. 
Mas em compensação, me traz algumas lembranças ruins, especialmente o 3º filme da trilogia HSM. 

Enfim, termino esse post por aqui. 
Boas férias para vocês, 
beijos,
J. R.