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29/02/2016

Entrevista com Esther Lya

Olá, meus amores! Tudo bem com vocês? 

Conheci a Esther Lya há bastante tempo, pelo Facebook, mas somente agora decidi chamá-la para fazer uma entrevista bem bacana, rs. 

A autora é bem nova (tem praticamente a mesma idade que eu, se não me engano), e publicou A Marcha dos Javalis ano passado. Caso tenham interesse em comprar o livro, deixarei lá embaixo o link do Facebook para entrarem em contato com ela. Ela é um amor de pessoa, tenho certeza de que irão adorar conhecê-la! 

Vamos à entrevista? Hehe! 

Como surgiu o seu interesse em ser escritora? Você sempre quis seguir esse ramo artístico?

Desde que eu me conheço por gente. Cresci sempre com um livro do meu lado, minha mãe me diz que eu tinha aqueles livros de plástico que bebês usam em banhos. Minha mãe sempre leu, meu pai escreveu um livro fantástico com contos para crianças, então sempre estive no meio. Mas a escrita começou com as famosas fanfics do Harry Potter. Eram fanfics normais, aí passaram para Universo Alternativo e resolvi transformar em livro para as pessoas poderem ler.

Quanto tempo você levou para escrever A Marcha dos Javalis? Conte-nos um pouco sobre o livro.

A Marcha, se eu não me engano, foi no máximo uns quatro meses. Eu estava inspirada por que tinha terminado É Proibido Sorrir. A Marcha é um livro distópico, sobre uma cidade que de um lado é cercada por uma cadeia de montanhas e pra fechar o círculo, há um muro, a famosa cidade do muro. E começa a rolar uma ditadura militar e a protagonista é cabeça dura, alguns dizem que ela é muito “mimimi”, mas continuo adorando ela <3 E, bom, tem o vilão que rouba a cena, e cof cof meu coração cof cof, e o final todos se surpreendem, o resto é spoiler.

17/02/2016

Entrevistando: Ana Beatriz Brandão

Oii, meus amores! Como vão vocês? 

Fiz uma entrevista com uma escritora bem novinha, mas cheia de ideias e livros escritos. Ana Beatriz Brandão desde sempre lia muito, e começou a escrever após uma viagem. 

Hoje em dia, já participou de diversos eventos literários, e possui dois livros publicados. O terceiro será lançado este ano (para a alegria de seus anjinhos, rs). E estamos no aguardo de O Garoto do Cachecol Vermelho, também. 

Agora, venha ler essa entrevista com essa fofura de escritora! 

S.E: Como você descobriu a vocação para a escrita?
Primeiro quero agradecer a oportunidade de estar contando um pouquinho sobre mim e meu trabalho para os seus leitores. Bom na verdade foi tudo meio que por acaso, eu sempre gostei de escrever, minhas redações ficavam gigantes e escrevia alguns contos pra mim mesma. Um dia, no inicio de 2013, eu fui em uma viagem e tive um sonho, e quando voltei resolvi escrever sobre ele, acabei com uma série de 4 livros, depois disso não parei mais, hoje tenho 17 livros prontos e 2 publicados.

S.E.: Seu primeiro livro publicado foi o Sombra de Um Anjo. De onde veio a inspiração para escrevê-lo?
Da minha vontade de escrever algo nessa temática (anjos) e contar a história de uma menina que sofreu muito na infância. A Sam passou por algumas situações complicadas quando era criança, acho que passei um pouco da minha vivencia pra ela. Uma menina excluída, sem amigos por ser considerada diferente e que gostava de ler e estudar. Acho que foi isso.

S.E.: Sei que você já possui mais de 12 livros escritos, mesmo tendo apenas 16 anos. Fale um pouco sobre o primeiro livro que escreveu.
Então, eu terminei recentemente eu 17º.. hahahaa
O primeiro, como falei, surgiu de um sonho que tive em uma viagem, ele é de fantasia e conta a história de uma menina que sofre um acidente de carro e acorda no mundo dos sonhos dela, tendo que lidar com um guerra entre os sonhos e pesadelos que ela teve. Já estou trabalhando nele de novo e espero em breve publica-lo.

16/12/2015

Entrevistando: Sergio Rossoni, autor de Birman Flint

Sergio Rossoni é o mais novo parceiro do Ser Escritor(a). Conversei com a Assessora dele por e-mail, e ela foi a mediadora da entrevista que fiz com o Sergio, hehe. O meu exemplar do livro chegou hoje (e claro, farei a resenha dele assim que possível). 

Vamos conhecer um pouco sobre o Sergio? Ele é psicanalista (já simpatizei), escritor, ilustrador e músico. Possui um vasto currículo de realizações em sua vida profissional. Na carreira de escritor, Sergio usou influências da cultura russa na construção de seu livro. 

Ficou interessado? Então venha conferir essa entrevista super bacana que fiz com ele! 

Ser Escritor(a): Como você descobriu a vocação para a escrita?

Sergio Rossoni: A vontade de escrever nasceu da paixão por livros. Desde pequeno, sempre estive acompanhado por livros de aventura e ficção, além de adorar desenhar pequenas histórias que eu mesmo criava adaptando personagens do cinema. O desejo de escrever histórias de aventura sempre me acompanhou de alguma maneira, porém, foi como psicanalista que passei a escrever alguns artigos desenvolvendo assim o hábito da escrita, buscando mais tarde em oficinas literárias, a melhor maneira para desenvolver algumas técnicas que me ajudaram e ajudam muito no processo de escrita.
Quanto a descoberta da vocação, acho que ainda estou descobrindo isso, com muita vontade e entusiasmo.

S.E.: A trama do seu livro, Birman Flint e o Mistério da Pérola Negra, teve por base a cultura russa, e em especial, o assassinato da família Romanov. Como tudo isso lhe inspirou na construção do livro?

S. R.: Acho fascinante e triste o mistério em torno do assassinato dos Romanov. Um período da história que parece atrair muitos historiadores ainda hoje, onde personagens como Rasputin ainda encantam não somente estudiosos, mas principalmente o imaginário coletivo.
De alguma maneira, o cenário juntamente com a cultura russa, isto sem contar com sua arquitetura incrível, foram objetos do meu interesse muito antes de começar a escrever o livro. Sou apaixonado por história e costumo me aventurar pesquisando sobre alguns países que de alguma forma combinam com a minha personalidade.
Quando comecei a escrever Birman Flint, de alguma maneira a Russia e sua história se fizeram presentes de maneira automática, inconsciente, e sabia que a  trama, de certa forma, acabaria por envolvê-lo numa aventura por terras cuja beleza se contrastava com sua frieza e escuridão, como a Russia daquela época, onde conspirações políticas acabaram por derrubar a dinastia Romanov. Quando imaginava Flint, o via mergulhado neste universo, porém, num mundo imaginário, convivendo com personagens que de certa maneira, representam algumas destas figuras, como se assim, pudesse reescrever seus destinos.

30/11/2015

Entrevistando: Marcela de Luca


Olá, amados!

Ultimamente tenho conhecido vários escritores. Não tive tempo de entrevistar todos ainda, mas estou programando um cronograma bem legal com novidades para o blog.

Conheci a Marcela no Facebook, e de cara já me apaixonei pela capa do livro dela, Dois Lados de um Coração, romance de estréia que saiu bem Editora Arwen pouco tempo atrás. Fiz parceria com a autora, e logo já tive a ideia de entrevistá-la para o blog. Vamos conhecer um pouco mais sobre essa autora que é uma fofura de pessoa, e seu livro?

Biografia: Nascida em 1994, interiorana de São Paulo. Leitora compulsiva e consumidora excessiva de livros, foi incentivada desde cedo a adquirir o hábito de leitura. Cursa faculdade de Letras - Tradução e Interpretação em Inglês, dividindo sua rotina entre ser estudante, tradutora, professora e escritora.

Todos a postos, vamos à entrevista!

S.E.: Como foi seu primeiro contato com a escrita? Quando soube que era a hora de escrever um livro?
Marcela: Eu participava de uma comunidade no Orkut (Sim, faz tempo hahahaha) da Turma da Mônica Jovem. Foi bem quando lançaram o mangá. O pessoal da comunidade escrevia fanfictions sobre a Turma da Mônica e eu achava demais. No começo, só participei lendo as histórias. Até que um dia pensei em arriscar a começar a escrever também. Passei alguns anos escrevendo e publicando algumas fanfics e histórias originais no site Nyah! Fanfiction e cativei muitos leitores. Dois Lados de um Coração era uma das histórias que eu postava lá. Foi quando terminei de publicá-la, que meus leitores encheram minha caixa de mensagens, pedindo continuação e que eu transformasse aquela história em um livro.

S.E.: Quais as maiores influências sobre você no momento da escrita? (podendo ser escritores, livros, séries, filmes, etc.).
Marcela: Como sempre digo, os livros da escritora nacional Samanta Holtz, e a própria Samanta me incentivaram muito a escrever. Foi lendo as histórias dela que senti que era aquilo que queria para mim. E o ator que fazia o Clark Kent na série Smallville serviu de inspiração para criar o meu personagem Thomas Hunter. Tudo bem que agora eles não são nada parecidos, mas me ajudou muito hahahahaha.


S.E.: Ter seu trabalho publicado e reconhecido é o sonho de qualquer escritor. Como está sendo para você a realização desse sonho?
Marcela: Eu ainda acordo todas as manhãs e parece mentira que consegui publicar um livro. Há um ano eu estava desanimada e triste à procura de uma editora. Apesar de ouvir de muita gente que eu não podia desanimar, isso aconteceu. Eu sabia que era difícil, mas não sabia que era tanto. Quis desistir várias vezes, confesso. Mas o sonho de ser escritora, uma escritora com um livro publicado, falava mais alto. Talvez a ficha demore a cair, mas eu estou adorando. Hahaha!

S.E.: Por que você escolheu a Editora Arwen?
Marcela: A Editora Arwen me acolheu de braços abertos. Quando mandei meu original para eles, bateu aquele medo que sempre dava quando mandava o livro para alguma editora: “eles nem vão me responder” ou “será que vai ser mais um não?”. Mas isso não aconteceu (ainda bem!). Eles foram muito atenciosos e quando vi, Dois Lados de um Coração já era um sonho realizado.


S.E.: De onde surgiram as ideias para Dois lados de um coração? Conte-nos um pouco sobre ele.
Marcela: Tudo começou com um sonho que tive, em janeiro de 2011. Nesse sonho, havia uma cabana na Itália e logo associei com o livro/filme “Sob o Sol da Toscana”, que é meu livro/filme favorito. Apesar de a minha história se passar nos Estados Unidos, uma bela parte dela se passa na Toscana. Depois de sonhar com isso, fiquei dias pensando em escrever algo que pudesse ter essa cabana. Minha amiga Priscila (que conheci escrevendo fanfics) me ajudou muito. Sempre falo que nunca vou conseguir agradecê-la o suficiente.
Então, logo surgiu Dois Lados de um Coração, que é uma história cheia de amor e fortes emoções.

S.E.: Um problema eminente em todo escritor é o bloqueio literário. Como você lida com isso?
Marcela: Faz tempo que esse bloqueio literário não me larga, viu?! Ultimamente temos andado juntinhos, mas sei que a culpa é da faculdade e do trabalho. Está um pouco difícil lidar com tudo ao mesmo tempo. É muita coisa para fazer e escrever acaba ficando em segundo plano. Porém, quando consigo escrever e o bloqueio vem, eu corro ouvir músicas, ver algumas fotos, filmes românticos ou ler algum livro, que a inspiração logo volta.

S.E.: Como você vê o atual mercado literário brasileiro?
Marcela: Eu acho que o mercado literário tem crescido bastante. Estou vendo muitos escritores nacionais excelentes por aí. A cada dia eu me deparo com pessoas talentosas e dedicadas, que fazem por merecer o espacinho que tem nesse mundo da literatura. Sabemos que não é fácil entrar nesse mercado, mas também temos grande consciência que é extremamente satisfatório e maravilhoso fazer parte dele.

S.E.: E para finalizar, deixe um recado para os leitores e um conselho que gostaria de ter recebido quando iniciou o interesse pela escrita.
Marcela: Você que já leu ou ainda vai ler Dois Lados de um Coração, sabia que quando ler cada palavrinha contida naquele livro, estará lendo um sonho meu transformado em realidade. É com muito prazer que compartilho desse sonho com vocês.
E você que também sonha ser escritor, aqui vai um conselho que recebi quando decidi publicar um livro: Não desista! É sério! Talvez não seja fácil, mas tenha certeza que vai ser maravilhoso no final! No que eu puder ajudar, conte comigo!
Um super beijo!

Conheça melhor a Marcela, acessando sua rede social: Facebook
Para comprar o livro e ler a Sinopse: Arwen Store

E fiquem atentos. Em breve terá resenha do livro! ♥

Abraços,

Ju Rodrigues. 

17/10/2015

Entrevistando: Tati Rodrigues, autora de Prospecto

Hello, guys!

Faz tanto tempo que não entrevisto nenhum escritor, que já nem me lembro qual foi a última vez. Mas agora, voltando com tudo com o Quadro, trago uma escritora que conheci há pouco tempo mas já se tornou uma grande amiga, e tem um futuro lindo pela frente: Tatiane Rodrigues.

Foi através do Hangout Especial - Meus livros, meu refúgio! que tive a oportunidade de conhecer a Tati, e sua lindíssima (e inspiradora) história de vida sobre seus esforços para tentar realizar seu sonho de publicar o livro Prospecto.

No final, ela descobriu que o livro será publicado pela Editora Arwen, e finalmente, seu sonho está próximo de se tornar realidade. Ela, sem sombra de dúvidas, nos trouxe uma baita lição de que a persistência torna o improvável em possível.

Com apenas 16 anos, a autora que vive no interior de São Paulo já mostrou sua garra, e pelo visto, chegou para ficar. Super querida e simpática, a Tati tem tudo para ser uma grandiosa escritora. Desejo muito sucesso no mundo literário!

1.      Como foi seu primeiro contato com a leitura?
Quando eu tinha onze anos e havia acabado de mudar de escola, minha professora de Língua Portuguesa chegou à sala de aula com uma pilha de livros de nossa biblioteca. Ela falara que quem terminasse a atividade, podia pegar um livro para ler e até leva-lo para casa. Corri para a pilha, vasculhando como se tentasse encontrar uma pedra preciosa, e achei “Reinações de Narizinho – vol. 1”, de Monteiro Lobato. A capa era linda e comecei a lê-lo na mesma hora. Por mais que já tenha lido muitos livros infantis, aquele me cativou de tal maneira que nunca mais parei.

2.      Quais autores são referências para o seu trabalho?
Sempre cito o trabalho da J.K. Rowling. Ela é uma inspiração para mim, pois, além de ser recusada por muitas editoras, jamais desistiu. Quando eu me desanimava, assistia à “Magia além das palavras” e via o quanto Joanne batalhara para chegar aonde chegou. Até mesmo a atriz que interpretara J.K, Poppy Montgomery falara: “O filme é uma história bonita e inspiradora. Você pode ter tido uma vida difícil e ainda assim transformar seus sonhos em realidade; o segredo é ter sempre força de vontade e determinação”. E eu me agarrava a isso com todas as forças.

3.      De onde veio a ideia para seu primeiro livro, Prospecto?
Sei que isso parece um dos clichês da literatura, mas foi através de um sonho. Nunca me lembro do que sonho a noite, mas aquele, em especial, estava nítido em minha mente quando acordei. E assim, pus-me a escrever. Achara a ideia fantástica e estava animada para continuar desenvolvendo-a. Sempre falo que aquele sonho teve um propósito, e espero estar cumprindo-o.

4.      Fale-nos um pouco sobre ele.
A história de “Prospecto” traz Daiane Campbell, uma adolescente de quinze anos que sonha em ser escritora, mas que acaba vivendo sua própria aventura fictícia. Descobre que possui um dom: viajar pelo Tempo. A partir de então, deixando os livros de lado, ela ingressa em um novo desconhecido: o mundo dos Guardiões. Mas quando esse universo está prestes a ruir, a leitora assídua se vê entre diversas encruzilhadas, incapaz de decidir à qual lugar pertence e se quer mesmo trilhar seu destino. Em meio à guerra, terá que descobrir: é realmente impossível vencer?

5.      Em quem você se inspirou na construção dos personagens?
As personagens foram criando-se sozinha em minha cabeça. Elas gritavam para serem ouvidas em minha mente, e eu apenas dei vida a elas. Não me inspirei em ninguém para escrevê-las, porém admito: muitas delas têm características de pessoas com quem convivo muito.

6.      Quanto tempo levou para escrever o livro?
Em torno de um ano e meio, ou dois anos. Comecei o livro com treze anos, e na época, eu sofria muito com a falta de incentivo. Quando iniciei “Prospecto”, não contei a ninguém sobre a estória, apenas para algumas amigas, com medo de que falassem novamente que não passava de um sonho bobo. Isso me prejudicou muito, e fez com que eu demorasse a finalizá-lo. Também demorei muito na revisão. Como fui evoluindo na escrita, sempre acabava voltando aos capítulos anteriores, refazendo-os e acrescentando algumas coisas.

7.      Quais dificuldades encontrou no processo?
Além dos mencionados acima, sou extremamente perfeccionista, e isso fazia com que nunca achasse que o livro estava bom (risos). Havia momentos em que eu parava a estória apenas para voltar aos capítulos anteriores e refazê-los. A insegurança também me atrapalhou muito. Eu tinha muito medo, até por ser uma escritora bem jovem, de que não ficasse bom ou de que no fim, fosse tudo em vão.

8.      Como você começou a escrever e quando?
Comecei escrevendo fanfics quando tinha onze anos. Na época, escrevia sobre animes que gostava muito: Naruto, Pokémon, Vampire Knight e depois, sobre Percy Jackson e Harry Potter. Eu estava olhando em meu computador, esses dias mesmo, e há mais de vinte e seis estórias diferentes! Eu postava-as em sites como o Spirit e o Nyah! e recebia muitos comentários. Muitas pessoas vinham falar comigo dizendo serem as melhores estórias que elas já leram, e que eu devia escrever um livro. E claro, foi como se o meu sonho de infância tivesse retornado com força total. Sentei-me no computador e pus-me a escrever.

9.      Para você, qual a melhor coisa em escrever?
Saber que você pode mudar o mundo. Nossas estórias podem passar diversas lições para as pessoas, mesmo que elas estejam por trás de uma ficção, e essa sempre foi a minha ideia. Com Harry Potter mesmo, aprendi muito sobre amizade, e isso fez com que eu visse o mundo com outros olhos. A leitura transforma as pessoas. Sou uma garota completamente diferente depois que conheci os livros. Eles foram meu refúgio, e saber que o meu livro também pode ser um “esconderijo” do mundo real para outras pessoas é indescritível. E quando você recebe mensagens maravilhosas de leitores, te motivando e dizendo que se identificaram com a sua história de vida? Não tem preço. É a melhor profissão do mundo.

10.       Qual seu objetivo como escritora?
Encantar pessoas. Sempre quis escrever para transmitir boas estórias, fazê-las sorrirem, rirem com as personagens e criar refúgios. Quando eu era pequena, já cogitei ser médica apenas para ajudar as pessoas. E agora, mesmo sendo escritora, tenho o mesmo objetivo. Os livros foram meu refúgio e mudaram a maneira de encarar o mundo. Quero abrir os olhos de muitas pessoas. Quero mostrar o que é sonhar e que não devem desistir. E claro, um dia, por mais que isso soe impossível, viver da escrita.

11.       Vi o Hangout em que anunciaram que você foi aceita na Editora Arwen. Conte um pouco sobre como conheceu a editora, e a importância de ter seu livro publicado por ela.
Conheci a Editora Arwen através da página no Facebook, e logo me encantei pelo seu trabalho. O lema da Editora é dar raízes aos nossos sonhos, e aquilo me encantou de tal forma que meu único pensamento foi “encontrei a minha casa”. Depois de conhecer as autoras, meu sonho de fazer parte dessa família foi só aumentando, e ela se tornou minha luz no túnel. Eu vendi balas, chicletes, fiz rifas, tudo para conseguir publicar e parecia um esforço em vão. A Arwen surgiu para me iluminar, sabe? Ela me deu esperança, e esse era um sentimento que eu não tinha há algum tempo. Eu estava desanimada, chateada e com medo. E então eles me deram essa notícia maravilhosa! Foi a realização de um grande sonho. Foi tudo e muito mais. E eu só tenho a agradecer por fazer parte dessa família. Porque a Arwen é exatamente isso: uma família.

12.  Deixe um recado para os leitores do Ser Escritor(a)

Eu gostaria de agradecê-los: por lerem essa entrevista, por apoiarem a Literatura Nacional e por fazerem com que nós continuemos escrevendo. E se você também quer seguir essa carreira, a minha dica mais valiosa é: não desista. Hoje, lembrando-me da época em que eu vendia balas e chicletes apenas para publicar Prospecto, parece até cômico. Eu falava “vou conseguir, vou conseguir, vou...” para mim mesma até aquilo se tornar um mantra. E então, apareceu uma luz no fim do túnel, quando achei que estava tudo perdido. Por mais que digam na sua cara que isso é impossível, eu te digo: nada é impossível. Persista, insista e lute. Assim como realizei meu sonho, você também pode realizar o seu. 

Sobre a autora: Facebook pessoal

E, claro, curtam a página da Editora Arwen e fiquem por dentro das novidades! 

Até a próxima, 
Juliana Rodrigues. 

22/04/2014

Entrevista com a blogueira Mari Godoy

No começo do mês passado, eu trouxe a entrevista com a Raíssa. Caso não se lembre,clique aqui
Hoje, trago uma entrevista que fiz com uma das minhas blogueiras favoritas, Mariana Godoy. Para quem não conhece o Diário Ciumento, é um blog pessoal, onde ela posta de tudo um pouco: moda, sorteios, músicas, presentinhos que ganha de lojas parceiras, seus melhores looks, e claro, o que eu mais amo, suas crônicas. 
Com um carisma pra lá de especial, Mari tem 17 anos de idade, e cursa Jornalismo. Apaixonada pela França, amante de livros nacionais e Woody Allen, conheça um pouco sobre essa jovem brilhante, 

1 - Seus textos são sempre repletos de carisma, com um senso de humor inteligente e frases bem construídas. De onde você busca inspiração para escrever?
Do cotiado, dos lugares que visito, das pessoas ao meu redor, dos detalhes, de tudo. Eu tento sugar o máximo de cenas que eu consigo e depois jogo tudo em um papel.

2 - Com a rotina corrida da faculdade, você vê que o blog poderá passar por mudanças, futuramente?
Sim, mas não só pela faculdade. Conforme vou crescendo o blog acaba mudando junto comigo. O Diário sempre foi um blog pessoal, mas agora está ficando ainda mais. Eu quero deixar ele melhor a cada dia.

3 - Qual a maior dificuldade que você encontra em ter que conciliar estudos e blog?
Tempo é o meu maior problema. Às vezes é faculdade, curso, família, amigos (eu tenho uma vida fora da internet também haha). Como eu estudo em São Paulo, costumo falar que venho pra Santo André só pra dormir (e meus amigos dizem que moro no interior). Antes eu blogava todos os dias, agora o ritmo está mais lento, mas continuo atualizando sempre. Também criei um blog chamado Escritonautas, escrevo nele junto com uma galera que convidei (mas minhas crônicas também vão para o Diário). 24 horas é pouco e olha que sou uma desempregada em busca de um estágio.


4 - Olhando para o passado, o quanto você acha que mudou, em relação à Mari Godoy que você era, e a que se tornou hoje?
Mudei muito. Eu era uma criança. Agora sou uma criança um pouco mais madura. Antes não aguentava críticas, ligava muito para opiniões alheias e chorava o tempo todo com qualquer coisinha que ouvia e não gostava. Antes eu entrava em pânico e depois resolvia o problema. Hoje vejo que passei a encarar melhor as coisas. Meu jeito mudou e meu estilo principalmente. A Mari do passado se vestia muito mal – não gosto de lembrar.

5 - Você já disse que pretende escrever um livro de contos, e outro contando a história do seu pai. Eles já tem previsão para entrar em prática? Ou por enquanto as ideias permanecerão só na mente mesmo?
Na verdade, o livro de crônicas e contos será uma seleção dos melhores textos do Diário. Agora o livro sobre o meu pai já comecei a escrever, porém não faço ideia de quando vou terminar. Eu não consigo escrever mais de três páginas sem parar e chorar e voltar ao normal. É muito difícil ainda, mas um dia eu finalizo. Foco e café!


6 - Seu blog teve um grande crescimento desde que o conheci. Você imaginava que ele faria tanto sucesso?
Eu não consigo ver o blog como um sucesso ainda. Já encontrei leitoras em alguns lugares como salão de beleza, igrejas (isso quando eu ia), mercados e afins. É muito estranho e ao mesmo tempo é legal, só que por mais que as visualizações tenham aumentado, eu não consigo ver o Diário como algo grande. É o meu canto, o seu canto, o canto de qualquer um que gosta de ler sobre minhas neuras e falta de sexo.

7 - Entre tudo o que escreve, qual tema você acha mais gostoso de trabalhar e expressar em crônicas?
Eu escrevo sobre mim. É isso. Por mais louca que seja a crônica e mais surreal que possa parecer, é sempre algo que aconteceu comigo. Essa pergunta é difícil, eu não sei, gosto de falar mal das coisas e das pessoas. Sou uma velha ranzinza.


8 - Qual livro você acha que mereceria ser lido por todo mundo pelo menos uma vez na vida?
“O Meu Pé de Laranja Lima”, obra juvenil de José Mauro de Vasconcelos. Não é um livro, é uma obra-prima. Depois de ler aconselho a assistir o filme de 1970. 

9 - E para finalizar, deixe um recado para todos aqueles que gostariam de escrever.
Escreva tudo que quiser sem medo. E não fique o tempo todo querendo ser escritor. Qualquer idiota pode ser escritor. Queira tocar as pessoas com as palavras e transmitir algo bom. E quando tudo estiver uma merda, lembre-se: Há sempre um filme do Woody Allen esperando por você. 

Para saber mais, não deixe de visitar a página de seu blog, clicando aqui, e de curtir a fã page do facebook, clicando aqui, e de seu novo blog, Escritonautas

03/03/2014

Entrevista: Raíssa Muniz

Olá, queridos leitores! 
Para os mais antigos que me visitam (bem mais antigos mesmo, pois faz tempo que não faço nenhuma postagem do tipo), sabem que eu "costumava" fazer algumas entrevistas com jovens escritores brasileiros, para divulgar seus trabalhos. 
Com o tempo, acabei ficando sem tempo (ou com preguiça mesmo) para procurar alguns autores para vocês conhecerem. 
Bem, decidi há um tempo retornar com esse projeto, mas desta vez com algo diferente: será um escritor, e um blogueiro escritor mensalmente. A nossa convidada especial do dia, para abrir com chave de ouro a categoria "blogueiro escritor", é a Raíssa Muniz, do blog 45 dias de Reabilitação. Conheço-a à mais de um ano, e simplesmente amo o blog dela. 
Nesse espaço, ela posta textos genialmente escritos por si, suas experiências de vida, e incentivos para jovens que, assim como ela, sonham em se tornarem médicos. 
Apenas aos 15 anos de idade, residente do Piauí, Raíssa apresenta uma maturidade avançada, além de um grande repertório cultural. Quer saber mais sobre essa garota incrível? 
Confira a entrevista que ela nos concedeu ;) 

S.E.: Em primeiro lugar, gostaria de lhe agradecer por aceitar participar desta entrevista. Acompanho seu blog há mais ou menos um ano, e sou uma grande admiradora sua.
R.M.: Eu que agradeço a oportunidade. Sinto-me muito feliz em participar desta forma do Ser Escritora e admiro muito o seu trabalho.
S.E.: Como surgiu o 45 dias de Reabilitação? Pode contar-nos um pouco da sua história?
R.M.: O 45 dias de reabilitação surgiu através de um desafio que coloquei e tentei cumprir: o de, durante 45 dias, tentar mudar minha vida, de todas as formas - saúde, relações pessoais, estudos e etc. No fim, consegui seguir os 45 dias e postei o balanço no blog. Hoje, faço vez ou outra novos ciclos de 45 dias. Isso se tornou uma maneira mais motivadora de superar as próprias adversidades, pois muita gente participa enviando mensagens de motivação.

S.E.: O que a motiva a cada dia a concretizar o seu sonho de ser médica, e escritora?
R.M.: O que me motiva a realizar o sonho de ser médica e escritora é a própria possibilidade de atuar nessas duas áreas, que sempre foram as meninas dos meus olhos.
S.E.: Já tem algum projeto de escrita para ser encaminhado para alguma Editora? Pretende no futuro publicar um livro?
R.M.: Sim, tenho um projeto pronto, mas não sei se vou enviar para alguma editora, porque tudo é muito burocrático. Quero lançar por conta própria, se for preciso. E sei que isso vai demorar (é caro, pelo que já pude acompanhar de colegas que lançaram). Tenho alguns livros escritos (ficção fantástica, contos, crônicas...), mas prefiro guardar o material, que só publiquei uma vez - virtualmente. No futuro, pretendo fazer algo melhor, levando os anteriores como base.
S.E.: O que lhe dá inspiração para a escrita?
R.M.: O cotidiano. Um escritor aproveita todo instante para montar uma nova estória ou roteiro. Qualquer ideia ou frase ajuda a montar um bom livro. Não assim, de uma forma jogada, mas como uma semente. É só você saber plantar que com certeza terá bons frutos. Também uso a música como inspiração (rock clássico, rock nacional e música clássica). A música clássica, principalmente. Toco teclado/piano e também tenho aulas de violino, por isso me sinto muito bem quando o ambiente traz melodias que já toquei nas aulas.
S.E.: Se fosse possível, mudaria algum fato que já aconteceu em sua vida?
R.M.: Se fosse possível, mudaria vários. Minha infância não foi uma coisa que lembro morrendo de alegria, mas me ajudou a crescer como pessoa. Se possível, eu tentaria crescer de uma outra forma para evitar algumas coisas que passei quando criança.
S.E.: Com apenas 15 anos, você já passou em 6 cursos para Universidades Federais. Sua família lhe apoia bastante?
R.M.: Minha família me dá muito apoio, desde pequena. Principalmente minha mãe, mas minhas tias/tios e meus avós sempre me dão gás para estudar. Sempre me dizem que sou capaz.
S.E.: Como você lida com toda a pressão do vestibular de Medicina?
R.M.: Eu já andei mais "na linha". Hoje eu tento voltar ao que era antes, mas é bem difícil equilibrar a peteca depois que ela já caiu uma vez. Não coloco muita expectativa no vestibular de medicina - não mais. Hoje quero apenas aprender tudo que me ensinam na escola e no cursinho, da melhor maneira possível. Aprovações são consequência.
S.E.: Se puder dar algum conselho para quem deseja ser escritor e/ou médico, o que diria para essa pessoa não desistir de seu sonho?

 R.M.: Bom, eu diria para nunca parar de sonhar. Quem quer ser escritor e/ou médico sempre vai ouvir de alguém, alguma vez na vida, que não vai conseguir. Pra quem quer ser médico, porque é difícil passar, se manter no curso, manter a vida depois de formado. Pra quem quer ser escritor, porque vai passar fome, não dá futuro, é profissão de quem veio de berço de ouro ou não vai fazer sucesso (e, no Brasil, a maioria só reconhece um escritor quando este faz sucesso, escreve o que a massa quer. Mas o que seria a massa?) Eu já ouvi muito isso, principalmente na questão da escrita. Hoje já sei o que quero. Quando você tem bons motivos e realmente quer algo, aceitar ou não opiniões assim é o de menos. A gente complica muito. Pra passar em Medicina você só precisa estudar até dominar a maioria dos conteúdos. Você tem como fazer isso, é estudando. Sabe o que fazer, tem os meios. Muitas vezes não faz por falta de organização. Com a escrita, é o mesmo. Você precisa estudar muito, sempre, saber o que se passa no mundo e saber se expressar. Não é só escrever um enredo, publicar e virou escritor, mas também não é algo impossível. Nas duas situações, contudo, você precisa ter noção das dificuldades que vai enfrentar. Na saúde pública, na vida que vai mudar e na dificuldade para se firmar, no caso de um escritor. Viver de escrita - exclusivamente - no Brasil é muito difícil. É importante sonhar, mas é necessário ver a realidade e trabalhar com o que tem para contorná-la.

05/03/2013

Entrevista: Tudo por 1 livro

Olá meus amores! 
Sim, vocês são meus amores, hehe*-* 
Como já havia comentado na postagem anterior (clique aqui e veja), recebia uma entrevista de um amigo meu que é blogueiro. 
Para voltar com tudo com o "Entrevistando", ou simplesmente "Entrevistas", retribuí a entrevista dele, fazendo uma com o Gustavo aqui no Ser Escritora. 
Que quiser conhecer o blog dele, clique aqui: Tudo por 1 livro
1.    Quando surgiu a ideia de criar um blog? Se inspirou em algum outro blog?
A ideia de blog já havia surgido vários anos atrás, em meados de 2008 2009 eu já tinha uma conta no blogger, onde escrevia bobagens e tais acontecimentos com a minha vida, nesse meio eu desisti de ir pra frente com o blog umas 5 vezes, mais sempre criando um novo e abandonando no final, nessa mesma época, final de 2009 mais ou menos que me surgiu a oportunidade de cuidar/administrar o blog da minha escola, com a saída do meu professor que criou o blog eu fiquei responsável por administra-lo e tocá-lo para frente, o blog também não durou muito, cerca de 1 depois eu ainda o atualizava, mais a falta de organização pesou, e eu não tinha muito conhecimento nessa área de organização de blog e tal, mais um blog abandonado. Depois de alguns anos, meados de 2012 eu estava a procura de um livro, um livro legal, interessante, foi quando eu resolvi ariscar em Starters o livro que deu origem ao meu blog, eu não sabia nada sobre o livro, mas mesmo assim resolvi ler e foi aí que me apaixonei por literatura e achei que deveria expor minha opinião para outros leitores/amantes da leitura.

2.    Seu conceito sobre o universo dos blogueiros mudou muito desde que criou seu primeiro blog?
Mudou completamente, eu também era um daqueles que achavam que blogs eram perda de tempo, que não me retornaria lucro algum(não só na ideia de dinheiro, mas em conhecimentos etc.), que eu só iria perdem tempo com isso, mas as coisas mudam.

3.    Como foi a decisão do tema central do seu blog atual, a literatura?
Bom, quando eu comecei a escrever no blog, mais ou menos no começo de 2013, a ideia era, expor meus pensamentos, minhas criticas de livros e escrever sobre o que de melhor eu conhecia, a ideia foi se concretizando, e mudando, em tão pouco tempo haha, então eu resolvi implantar a ideia de resenhas, e comecei a resenhar livro, perai, livros? Mais pra isso eu precisava ler, ler muito e ter livros, foi ai que meu blog se tornou um pouco literário, mais a ideia agora, depois que eu conseguir um domínio próprio, a ideia será não só literária, mais com entrevista, assuntos sobre livros, tudo relacionado ao mundo geek, que me fascina, ou seja, vai ser um blog eclético, mais sem perder a escencia da boa e velha literatura.

4.    Quando que você decidiu se aventurar pelo mundo da literatura, escrevendo seu próprio livro?
A ideia de escrever algum livro e publica-lo, é recente, a tempos venho querendo faze-lo, e coloquei-o em pratica também em 2013, era uma de minhas metas, escreve ruma trilogia, depois uma série, depois mais livro e mais e mais...
Só que quando você começa a escrever você se depara com uma série de barreiras, uma delas é que você aprende que não é só sentar lá e começar a escrever e escrever, pelo menos era isso que eu fazia no começo, o que rendeu algumas folhas ao lixo, tem que haver um planejamento, que nem sempre quem começa sabe fazer.


5.    Dentre todas as dificuldades em se escrever um livro, qual foi a que você mais sentiu de início?
Falta de planejamente, com certeza, e a falta de um roteiro, um passo a passo, digamos, a falta de não saber á que rumos seus personagens irão levar da li pra frente, a falta de um enredo que prenda o leitor ao livro.

6.    Para você, quais são as características fundamentais que um blogueiro deve ter?
Acho que um blogueiro tem que ser curioso, acima de tudo, gostar de ler, gostar de pesquisar, estar smpre antenado com o que acontece no mundo da literatura(no caso de quem possua blog literário), gostar de lidar com pessoas, saber lidar com diferentes psicológicos, porque com a fama de um blog também irão vir as criticas, as frases fofinhas, as frases mais grosseiras que você tem que saber lidar.

7.    Quais escritores lhe inspiram (seja pela história de vida ou livros)?
Eu gosto muito da Lissa Price, da forma como ela escreve os livros e as estruturas do mesmo, sua narrativa é muito gostosa também;

8.    Qual o tema central do seu livro?
Bom, o tema do livro é algo mais distópico, uma fantasia, pra um publico alvo jovem-adulto e adulto, tem um pouco de ficção também.

9.    Qual a importância dos livros em sua vida?
Sem dúvida o conhecimento que eles lhe proporcionam, a bagagem cultural que eles deixam na sua mente é realmente fantástico.

10.  Existem personagens no seu livro que são inspirados na sua personalidade?
      Sim, eu acho que a parte legal e mais interessante de escrever um livro, é poder colocar as características que você sonha em ter, nos meus personagens você encontra de tudo um pouco, alguns são insensíveis, outros extrovertido demais, outros são mais felizes e conseguem enxergar em tudo a alegria, alguns são revoltados, alguns mais nerds/geek, alguns mais teimosos.

11.  Como decidiu qual tema queria para seu livro, tal como cenários, nomes de personagens, etc?
Eu tento colocar no meu livro o mundo ideal pra mim, desde como eu gostaria de ser até como eu gostaria que o mundo fosse, meu livro tem um pouco da ideologia perfeita do mundo para com as pessoas.

Perguntas rápidas para maior conhecimento dos leitores sobre você:

·         Sua idade:  16 anos
·         Como gosta que as pessoas lhe chamem? Guuh
·         Uma mania? Roer unhas hahah
·         Saga favorita? Crepúsculo, única
·         Livro que está lendo atualmente? O hobbit
·         Seu livro favorito? Starters, Lissa Price
·         Qual personagem de livro seria sua parceira ideal? Beatrice de Divergente.
·         Uma autora: J.K Rowling
·         Um autor:  Robert Mckee
·         Finalizando, o que achou da entrevista? Eu amo entrevistas, adoro revelar um pouco de mim para as pessoas. Obrigado pela oportunidade Juliana, foi realmente um prazer responde-lá.


O Guh foi muito simpático e receptivo. 
Agora respondendo a pergunta da Julia, do blog Epílogos e Finais, que me havia perguntado como faz para ser entrevistado por mim.
Bem, basicamente da mesma forma como são feitas as confissões (Caso não saiba o que é, clique aqui), pela página Contato, ou pelo e-mail do blog (ser-escritora@hotmail.com). 

Um enorme beijo e abraços apertados, de sua blogueira, Juliana Rodrigues.