Um amigo me perguntou, dias atrás, o quão destruída eu estava emotiva e psicologicamente. Expliquei minha falta de autoestima e confiança. Que não me sinto segura em relação a nada. Que minha ansiedade tem me mantido acordada durante a madrugada toda, e que não estou sabendo lidar com o inferno que é dentro de mim mesma.
Ele me disse que passava pelas mesmas tempestades, e que poderíamos dividir o mesmo barco para navegarmos nesta travessia! Afinal, nossa amizade sempre foi essa troca mútua.
Parei para pensar no assunto, e entendi que ninguém está bem, de verdade. A cada dia mais, tenho visto pessoas reclamando sobre suas vidas. Falando sobre depressão. Sobre ansiedade. Sobre pensamentos suicidas. Sobre o quanto elas tem mais medo de continuar vivendo, do que da própria morte.


