Hey pessoal! Hoje estou muito inspirada para escrever, hehe. Tanto é que meu caderno está lotado de rascunhos para as próximas postagens.
Pretendo trazer além de muitos textos e a volta de meu livro, postagens sobre mitologias em diferentes culturas, a história da escrita, e também sobre os principais autores de diversos lugares do mundo. Começando, claro, pelo Brasil. Também pretendo fazer postagens sobre séries de TV e músicas, e, quem sabe, entrevistas com alguns autores nacionais.
Mais cultura sempre, rs, então não deixem de conferir.
Mas o foco agora é outro: o que fazer para definir a personalidade de um personagem no livro em que estou escrevendo? Que título posso escolher para que o livro atraia atenção de leitores em uma livraria?
Calma, vamos por partes, rs.
Personagens: do nome à personalidade: Já fiz postagens sobre o assunto. Uma sobre nome para personagens, sobrenomes para personagens e o que não poderia faltar, características para personagens.
Como sempre digo, a escolha do nome é uma fase muito importante e deve ser pensada com bastante carinho (pense em si mesmo escolhendo os nomes de seus filhos, rs). O nome é uma parte tão importante, que deve ser escolhida juntamente à personalidade.
Em primeiro lugar, determine as características do personagem. Tenha em mente como será cada personagem. Uma dica que já ouvi falar, e aderi, é a de fazer uma ficha com tudo o que ele deve possuir.
Lembre-se de responder as perguntas básicas que deverão compô-lo:
- Qual sua idade?
- Qual o ponto mais forte de sua personalidade?
- Uma frase que o defina?
- Como é seu cabelo? Cacheado ou liso, a cor, tamanho, etc.
- Qual será seu objetivo dentro do livro?
- Qual será sua importância na história?
- Quem serão seus inimigos? E seus amigos?
- Qual será sua família?
- Seu maior sonho?
- O que o personagem odeia? E o que ama?
E faça um breve resumo sobre seu passado, quem ele será no presente, o que determinará seu futuro.
Lembrando que essas não são regras a serem seguidas à risca, mas conforme o que achar melhor.
Tenha em mente que, quanto mais detalhes, mas ele parecerá real.
Após esse processo, comece a definir o nome do personagem e seu apelido.
O nome pode não ter nada a ver com a descrição dele, mas seria interessante escolher um nome que combine com a personalidade de cada um.
O apelido não precisa necessariamente ser referente ao nome, mas a forma como ele será chamado na maior parte do tempo, no decorrer da história.
A determinação do sobrenome já é algo mais fácil, e você terá milhares de opções disponíveis, de acordo com a nacionalidade do personagem e seu primeiro nome.
Escolha aquele que achar que melhor se adaptará e combina perfeitamente com quem seu personagem é.
Mostrando postagens com marcador utilidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador utilidades. Mostrar todas as postagens
21/12/2013
27/11/2013
Ser escritor: o início
Postado por
Julianna Rioderguz
Não sou a melhor pessoa
para dizer algo que se refira à arte da escrita ou sobre como é ser escritora.
Sou preguiçosa e minhas
ideias nunca acompanham meu ritmo de escrita, então enquanto estou começando um
livro, já imagino o que escreverei no final e tudo acaba ficando atrapalhando e
não finalizado.
Para você que está
começando agora a se aventurar por esse caminho, posso lhe dizer que a parte
mais fácil é o começo, porque chegar até o fim, isso sim é complicado.
Mas caso você já tenha
escrito um livro inteiro (ou mais de um), deixo aqui meus parabéns. A caminhada
é difícil, mas saber que você pôde chegar lá é um preço inestimável.
Mas agora, vamos ao que
interessa aqui, certo? Hehe.
Recebo às vezes e-mails
ou comentários em postagens sobre autores iniciantes me perguntando como
iniciar no caminho da escrita, se vale a pena seguir a carreira profissionalmente,
etc. Então, resolvi escrever um pouquinho sobre isso, e dar algumas dicas se
possível, afinal, sou uma mera amadora.
1 – Por onde começar.
Antes de tudo, responda
as seguintes perguntas: sobre o que quero escrever? Qual o gênero literário que
combina comigo e eu gosto?
Não leve em
consideração aquilo que está na moda para você escrever sobre. Milhares de
pessoas farão o mesmo, mas pense que a escrita não é uma questão de fazer
sucesso e ganhar muito dinheiro (também seria bom, mas sabemos que a realidade
nem sempre é essa), mas sim se divertir fazendo aquilo que gosta, escrevendo
sobre o que lhe dá prazer (independentemente do que seus amigos possam vir a
pensar). Lembre-se que seu livro deve ser escrito para você mesmo. Pense no que
gosta de ler, e na história que você iria adorar se aventurar. Se você gosta de
algo e escreve com carinho e dedicação, pode ter a certeza de que outras
pessoas também adorarão ler sobre aquilo que escreve.
2 – Tenha sempre um
bloco de anotações à mão.
As melhores ideias vêm quando estamos mais
desprevenidos, isso é fato.
Pode ser quando você
estiver tomando banho, no meio da prova de matemática, ou pior: naquela noite
em que você está morrendo de dor de cabeça e apagando as luzes para ir dormir,
surge a melhor ideia de todas que já teve, que pode dar um livro e tanto.
O jeito é ter um bloco
de anotações onde quer que você vá. Você pode até escrever no celular se achar
melhor, mas ter um daqueles bloquinhos e uma caneta é sempre útil. Caso não
queira comprar o bloco, pode pegar algumas folhas de caderno e cortá-las em
quatro partes iguais
(depois é só grampear e deixar um sempre na bolsa).
Anote tudo o que ver
pela frente. Para deixar seus personagens mais humanizados, preste atenção nas
pessoas ao seu redor. Como as pessoas andam, o balançar dos braços, a forma
como mexem no cabelo, gestos que fazem ao conversar com alguém.
É também interessante
reparar nas cenas e lugares que frequenta. Tudo pode ser motivo para uma boa
história.
3 – A ideia chave para
o livro.
Não é de boas ideias
que um livro sobrevive, o que conta mesmo é o jeito como o autor narra a
história e utiliza de sua criatividade para transformar algo clichê, em um
excelente livro.
Mas é claro, que você
vai precisar de uma boa ideia como ponto de partida. Após estabelecido qual o
gênero que você gosta, pense em qual será o tema central da sua história.
Toda história tem que ter o clímax, que será o ponto alto do livro.
É interessante estabelecer esse clímax antes de iniciar a escrita, assim saberá que a história deverá girar em torno daquilo, e você saberá qual rumo dar ao seu livro.
Outro ponto que vale ressaltar, é que você escreva um roteiro com as principais ideias, e como será o desenrolar da história.
Escreva em poucas linhas o principal que deve acontecer no início, no meio e no fim.
Lembre-se que é muito difícil (não impossível) um autor começar um livro totalmente sem rumo e dar certo no final.
Estabeleça o que acontecerá de importante no fim, para assim não se perder no início.
Vou ficando por aqui. Logo trarei a segunda parte, que será mais voltada para o estabelecimento de nome e identidade do personagem, bem como o título do livro.
Beijos, e uma ótima semana :)
30/09/2013
Sobrenomes para personagens - Nacionalidades
Postado por
Julianna Rioderguz
Hey pessoal! Há mais de um ano atrás, fiz uma postagem aqui, sobre Nomes para personagens, e ela acabou ficando vastante conhecida. Frequentemente, recebo comentários e e-mails de leitores agradecendo pela postagem, criticando, ou ainda mais: pedindo sugestões à mim de sobrenomes para seus personagens.
Sei que essa é uma tarefa tão difícil quando escolher apenas o nome, pois tenho a impressão de que esse conjunto de nomes e sobrenomes é justamente o que irá delimitar a personalidade de cada um.
Reuni aqui, alguns sobrenomes bem conhecidos, mas não apenas no Brasil, quanto também em outros países do mundo (os mais pedidos pelos leitores).
Uma dica: Caso seu livro se passe no Brasil e você não tenha interesse em nenhum dos sobrenomes da "nossa" nacionalidade, você pode pegar sobrenomes de outras culturas, afinal, encontramos aqui muitas pessoas que nasceram em nosso país, porém, cuja família veio de outros cantos do mundo, então se torna comum encontrarmos um brasileiro com sobrenome italiano, por exemplo.
A origem dos sobrenomes: Até o século XII em média, os europeus tinham como costume darem apenas um nome para seus descendentes. Mas conforme a sociedade foi crescendo, as chances de se encontrar outra pessoa com o mesmo nome se tornaram bem mais altas.
Então, para facilitação da vida das pessoas (tanto no sentido de evitar encontrar outros com o mesmo nome, quanto em momentos de se encontrar o herdeiro de algum falecido), foi criado o sobrenome.
Em alguns casos, foi usado como critério para a nomeação a profissão do chefe da família (como Bookman), outros em jus de algum benfeito que realizaram (e acabaram recebendo como sobrenome Justos, Franco, etc).
Mas também, pode ser o nome do pai, como vemos em Peterson (filho de Peter).
Na Rússia, os filhos recebem três nomes: um diferente, o segundo que é o nome do pai, e caso o bebê seja uma menina, acrescenta-se ovna, evna ou ichna no final, e no caso de ser um menino, é acrescentado ich, vich ou evich. Após, vem o sobrenome da família.
Sei que essa é uma tarefa tão difícil quando escolher apenas o nome, pois tenho a impressão de que esse conjunto de nomes e sobrenomes é justamente o que irá delimitar a personalidade de cada um.
Reuni aqui, alguns sobrenomes bem conhecidos, mas não apenas no Brasil, quanto também em outros países do mundo (os mais pedidos pelos leitores).
Uma dica: Caso seu livro se passe no Brasil e você não tenha interesse em nenhum dos sobrenomes da "nossa" nacionalidade, você pode pegar sobrenomes de outras culturas, afinal, encontramos aqui muitas pessoas que nasceram em nosso país, porém, cuja família veio de outros cantos do mundo, então se torna comum encontrarmos um brasileiro com sobrenome italiano, por exemplo.
A origem dos sobrenomes: Até o século XII em média, os europeus tinham como costume darem apenas um nome para seus descendentes. Mas conforme a sociedade foi crescendo, as chances de se encontrar outra pessoa com o mesmo nome se tornaram bem mais altas.
Então, para facilitação da vida das pessoas (tanto no sentido de evitar encontrar outros com o mesmo nome, quanto em momentos de se encontrar o herdeiro de algum falecido), foi criado o sobrenome.
Em alguns casos, foi usado como critério para a nomeação a profissão do chefe da família (como Bookman), outros em jus de algum benfeito que realizaram (e acabaram recebendo como sobrenome Justos, Franco, etc).
Mas também, pode ser o nome do pai, como vemos em Peterson (filho de Peter).
Na Rússia, os filhos recebem três nomes: um diferente, o segundo que é o nome do pai, e caso o bebê seja uma menina, acrescenta-se ovna, evna ou ichna no final, e no caso de ser um menino, é acrescentado ich, vich ou evich. Após, vem o sobrenome da família.
Fontes utilizadas para essa postagem: A origem do sobrenome, alemães, brasileiros, eespanhóis, franceses, ingleses e italianos.
Abraços,
Ju.
25/05/2013
Caderninho da organização!
Postado por
Julianna Rioderguz
Após muito tempo, decidi finalmente fazer meu próprio caderninho da organização. Um amigo me falou sobre ele, e como um simples caderno o tinha ajudado a se organizar, para conseguir realizar todas as suas tarefas.
Pesquisei algumas ideias, e encontrei matérias ótimas no "Vida organizada" e "Morando sozinha".
Assisti alguns vídeos e como percebi que este caderno havia ajudado muitas pessoas, cá estou, com meu caderno da organização novinho.
Comprei um de capa preta comum, e colei alguns adesivos da Universidade Harvard (tenho-os de um outro caderno que comprei no início do ano).
Na contracapa, escrevi meu nome, ano e curso escolares, onde eu trabalho. Coloquei algumas figurinhas e um lembrete onde anoto basicamente alguns itens básicos do cotidiano que não posso esquecer.
Na primeira parte tenho o cronograma, onde escrevo as principais tarefas que devo realizar naquele dia (por exemplo: dia 26/05 fazer exercícios de matemática, etc).
Para a divisória, coloquei folhas de lembrete (aquelas amarelinhas mesmo). O primeiro é "Finanças/ Wishlist", onde faço uma tabela simples sobre meus gastos diários e itens que quero comprar, e outra para aquelas que eu realmente preciso (já que a diferença entre querer e precisar é enorme, hehe).
Após esta, vem uma das minhas partes favoritas: Blog/ Livro/ Estudos independentes.
A parte do blog é onde eu escrevo as postagens ou ideias para elas.
Livro é a parte que separei para anotar ideias para o livro que começarei a escrever, desde personagens, cenário, cenas, etc.
A parte de estudos independentes é para o que eu terei que estudar sozinha (não encontrei ainda nenhum cursinho que bata com meu horário disponível).
Após isso vem a parte "Prefeitura" (onde eu trabalho) e anoto coisas que eu aprendo lá, ou informações importantes que precisam ser lembradas.
A próxima parte é "Grêmio", onde anoto ideias de projetos que devo desenvolver.
A penúltima parte se chama "Fórmulas".
Sempre que tenho um tempo livre, levo alguns exercícios da escola para fazer no serviço, mas sempre que chego lá esqueço uma coisa: fórmulas.
Não sou boa para lembrar todas as fórmulas de matemática, química e física, e para evitar carregar meu caderno pesado, anoto as fórmulas nessa parte.
A última é meu passa-tempo: Textos.
Ali é onde escrevo cada inspiração que tenho.
Fazer um caderno da organização é muito simples. O meu é de 200 folhas, comprimento 208 mm, pois é mais fácil de carregar para todos os lugares que vou.Para finalizar, na contra capa tem a minha rotina, que são as coisas que faço todos os dias e seus horários.
Simples, não?
Acreditem, isso ajuda e muito.
Claro que cada um dividirá seu caderno conforme o que mais necessita, mas as divisões mais comuns são: rotina, caixa de entrada (coisas a fazer diariamente), finanças, projetos, escola/ faculdade e ou trabalho.
E você, já tem o seu?
Um ótimo final de semana =D
Assinar:
Postagens (Atom)






.png)

.png)








