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02/12/2013

A volta de Meninas de Seda

Para leitores novos (e antigos também, hehe), vou explicar um pouquinho como é a história do livro, porque parei, e porque voltarei a escrever depois de tanto tempo.

História do livro: Tive a ideia para o livro, através de uma imagem de uma garota de máscaras que eu vi. O mistério e segredo principal foi algo que já estava na minha mente há tempos, mas não sabia como dar ponto de partida. Resumindo o livro brevemente, Natalie é a personagem principal. Ela está em seu baile de formatura, a noite não tinha como ficar pior, mas o destino a surpreende: sua maior rival é encontrada no banheiro, morta, com o nome de Natalie rasgado em seu pulso...
 (*Pequena nota explicativa: Me perguntaram porque o nome de Natalie foi escrito no pulso de sua inimiga... simples, para avisá-la que aquele que deseja sua morte, está mais perto do que ela poderia imaginar.)
A partir de então, ela descobre que sua vida toda é uma mentira muito bem elaborada por seus dois protetores, que se passam por seus avós, e ela é levada por eles para um mundo diferente daqueles que eles viviam... mas onde a falsidade e traição ainda reinam.
Na nova escola, ela logo faz novas amigas... e novas inimigas também. O lugar é totalmente incrível à seus olhos, mas ela deve ter muito cuidado.
Seu inimigo... conhecido como "o filho de Callum", está à solta, e, tudo indica que ele pode ser qualquer um da escola...
Sendo assim, Natalie terá que descobrir quem é o filho de Callum, porque ele está tentando matá-lo, e tentar acabar com a maldição que há séculos vem destruindo as mulheres de sua família...
O livro terá muitos segredos (porque eu adoro um mistério, hehe), e muitas aventuras também.

Porque parei: Não sei ao certo. Eu pensava que ninguém lia, e depois comecei a me lotar com atividades da escola, além de ter começado a trabalhar, então isso tomou boa parte do meu tempo.

Por que continuar? Em primeiro lugar, não se deve desistir nunca de um sonho (e MDS é algo que realmente pretendo realizar). Em segundo: algumas pessoas me pediram para continuar, como a Maý, a Baby e o Diogo. Obrigada ^^
E também porque eu criei um amor especial por essa história. Acho que, mesmo depois de tanto tempo, vale a pena continuar, afinal, o tempo tem que passar de qualquer jeito mesmo.

Outra coisa que gostaria de dizer: o livro foi bem inspirado em Harry Potter. Estava relendo e tem muita coisa parecida...
Mas, gostaria de avisá-los, que, como estou revisando os capítulos, logo acrescentarei muitos detalhes e tirarei alguns. O rumo da história será o mesmo, mas eles não serão mais bruxos 'evoluídos'.
"Criei" um nome para a espécie que os personagens fantásticos representam, mas isso só revelarei mais tarde, rs.
Tentarei terminar a revisão essa semana, e logo mesmo volto com novidades referentes ao livro.
Quem quiser conferir o que escrevi até agora, clique aqui
Mas já avisando que logo os capítulos estarão mudados, hehe.

Beijos, e uma ótima semana para vocês.

02/10/2013

O que é sentir ódio?

As lágrimas escorriam dos olhos de Lívia, que pensava se realmente faria mudanças na vida de alguém se continuasse viva. 
Lívia estava farta da hipocrisia e ignorância de sua mãe, que não a compreendia e muito menos deixava espaço para que a filha depositasse algum tipo de confiança nela.
Os pensamentos chegavam na cabeça de Lívia como luz, com 300.000k/s. E o ódio a consumia no mesmo tempo, deixando a garota cada vez mais atormentada do que a vida lhe trazia.
Lívia entrelaça os braços em volta de suas pernas, e com as costas apoiadas em seu guarda-roupa cor de anil que contém figurinhas colecionadas na infância, ela olha para a sua frente, onde se encontra o espelho que ganhara de sua avó quando estava com a alto-estima baixa e a própria lhe disse que era a garotinha mais linda e meiga que a sociedade já vira. Lívia apesar de não ter acreditado nas palavras da avó na época, nada disse, apenas agradeceu com um sorriso nos lábios. Lívia nunca fora uma menina que confiasse muito nas pessoas, sempre desconfiando fingindo que está confiando ela levava a vida.
Mas neste dia Lívia não confiava nem em si-própria, e desviando os olhos para o lado do espelho como que cansada de ver seus olhos tão afundados em lágrimas a ponto de enxergar tudo embaçado, ela observa as duas garrafas e vodca que estão depositadas lá. Não, a intensão dela não era se embriagar igual a mãe, e sim poder se matar com aquelas porcarias que a vida criara para destruir a felicidade que poderia existir em sua família.
Escorregando sua calça jeans favorita para perto das garrafas, Lívia cruza as pernas e respira fundo, querendo aliviar um pouco da tensão, e com plena certeza do que quer fazer, ela acata uma das garrafas e a ataca contra o peito. Sua dor era mais emocional do que física, e contorcendo os lábios, Lívia pega o maior pedaço de vidro que encontra no chão. Sua vontade não era apenas desfalecer, e sim acabar com quaisquer possibilidade de dor emocional ou ódio que já sentira novamente.
Lívia segura forte o caco de vidro contra a mão, tão forte a ponto de furar sua pele deixando escorrer sangue para todos os cantos. Seu rosto se preenche com uma expressão de ódio, e com as mãos firmes como pedra, Lívia rasga seu pulso sem dó nem piedade de si mesma.
Mas para ela aquilo não era nada, o que a percorria por dentro era maior que toda a dor física que poderia ter. Então ela nada satisfeita, olha para o teto branco de seu quarto, fechando os olhos e deixando cair uma lágrima que já estava armazenada a um tempo. A garota, contraindo os lábios, enfia o caco de vidro contra o peito, e abrindo os olhos lentamente, consegue enxergar sua mãe com cara de pânico. Lívia apenas cai para trás e solta um belo sorriso com lágrimas no rosto.


* Texto escrito pela fofa da Anna Oliveira, leitora aqui do blog.
É para o e-book de crônicas que estou escrevendo com a ajuda de alguns amigos, e, claro, leitores também, hehe.
Caso tenha interesse em ver uma crônica ou texto seu aqui no blog e/ou no e-book (que assim que estiver finalizado, estará exposto gratuitamente no blog), entre em contato comigo através da página: Contato.

29/09/2013

| TEXTO REFLEXIVO | Meu mantra para todos os dias.

..:| Olá Leitores |:..

E em meio a tantos projetos, hoje parei, parei e me observei. É tão desesperador quando se muito tem para fazer e tão pouco as realiza. E em meio a tudo isso, a única coisa que englobou todo esse meu processo foi esse texto de algum autor desconhecido. Tenho levado o mesmo como meu mantra por vários dias. Espero que gostem e que reflitam a partir dele.


...Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem. 
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... 
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ... 
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... 
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... 
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom... 
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... 
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..." 
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... 
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais... 
Enfim... 
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos 
todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito... 
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas 
as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

Abraços!