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26/02/2016

E se eu morresse amanhã? #2


Estaria em paz com a minha consciência,
ou teria deixado mágoas para trás?
Se fosse eu,
a vida já teria realmente se esgotado,
ou ainda teria uma missão
que deveria ter sido cumprida,
mas seria sepultada
junto ao meu corpo frio?

Se eu morresse,
quantos sonhos
seriam deixados para trás,
quantas vidas não teriam
se cruzado com a minha?

30/11/2013

Dias ruins...

Para quem teve uma sexta-feira maravilhosa, estou tendo um sábado terrível.
Eu costumava desabafar mais aqui quando nenhum dos meus amigos conheciam o blog (na verdade, quando ninguém o conhecia). Me era mais confortável saber que simplesmente poderia escrever o que penso... e ficaria aqui, ninguém leria. Ninguém precisaria saber. Eu só precisaria desabafar.
Mas acho que estou voltando aos velhos tempos...
Sabe, eu deveria parar de fingir que tudo está bem comigo, que tudo está indo às mil maravilhas.
Não. As coisas não estão bem, e não tem estado durante um bom tempo. Hoje só foi a gota d'água.
Hoje é o dia em que quero me trancar em meu quarto, escutando Barão Vermelho e chorando por tudo que tenho carregado em mim.
Não gosto desse drama. Acho desnecessário... mas quem é que aguenta tanta coisa dentro de si, sem ao menos explodir uma vez? Não sou a pessoa mais forte do mundo, mas estou longe de ser a mais fraca.
Eu gosto de sorrir. De mostrar ao mundo que estou bem. De fazer a quem eu amo bem.
Mas tudo vira ingratidão. As pessoas não se importarão com você o quanto você se importa com elas.
Ninguém parará um segundo para tentar entender o porquê de você ser assim.
Me sinto terrível... preciso sair. Me divertir mais. Esquecer tudo aquilo que já passou, e o pior, o que ainda está acontecendo.
Não consigo me conformar com minha vida desse jeito. Só eu posso mudar aquilo que me aflige, mas e se nem isso for suficiente?
E se minhas forças para tornar meus dias melhores se esgotarem?
E se uma única pessoa tiver o poder de estragar qualquer felicidade que me reste? (como aconteceu hoje, mas não foi qualquer pessoa). Nunca me achei muito inteligente, ou bonita, ou útil. As vezes minha auto-estima me surpreende muito.
Mas cadê ela nesse momento que estou tanto precisando? Cadê meu amor próprio para criar uma barreira contra aqueles que não me fazem bem?
Cadê todo mundo quando o que mais preciso é de um abraço amigo?
A vida tem dessas... eu sou assim. Indecisa, confusa.
Em momentos escrevo textos terríveis como se o que eu vivesse fosse o fim do mundo... em outros estou completamente feliz, com minha vida maravilhosa.
Sou assim. As pessoas são assim. O mundo é assim. E ele não vai parar de girar só porque você caiu e não aguenta levantar. Só porque eu não estou aguentando mais a mesma mesmice de sempre...

Uma coisa sobre mim que ninguém sabe: Escrever um texto triste/depressivo/revoltado, sempre me dá inspiração para escrever algo feliz em seguida.
Só espero que eu consiga escrever algo bom, pois com tanto pessimismo estou vendo que será difícil :/

22/10/2013

Mais uma de amor

Desci a serra. O sol já se anunciava. As ondas do mar vinham à toda intensidade em minha direção. Havia dormido mal, mas o que não faço para um pouco de refúgio?
As olheiras pesavam em meus olhos, como duas bolsas inchadas e vergonhosas de se mostrar. Não me importava naquele momento, só que a brisa que irradiava em meu cabelo me fazia sentir uma sensação inexplicável.
Coloquei os fones de ouvido. Liguei na música a qual não gostava até então, mas tinha tudo a ver com aquele clima.

Agora está tão longe
Vê, a linha do horizonte me distrai:
Dos nossos planos é que tenho mais saudade,
Quando olhávamos juntos na mesma direção


Senti uma sensação de vazio me percorrendo o estômago. Tudo era tão mais simples quando nos conhecemos. As sensações românticas que nunca passam. A primeira vez que fomos àquela mesma praia juntos. Lembra-se?
Eu, uma simples garota que não tivera nenhum namorado antes. Lembro que estava usando uma blusa regata branca com um shortinho curto. A alça de meu biquíni se anunciava embaixo da blusa translúcida. Era florido, e representava as cores do nosso amor.
Você, com aquele seu jeito de garoto desleixado, bagunçava as madeixas loiras com uma das mãos, enquanto a outra me enlaçava pela cintura, se aproximando para mais um beijo. Sua camiseta branca e sua bermuda jeans. Como esquecer daquela mancha de sorvete que eu desastradamente derrubara?
Então, me encarando com aquele olhar que só você consegue (daqueles que penetram em seus olhos e remexem com tudo de bom que há dentro de si, causando sensações únicas e maravilhosas), nos sentávamos próximos de uma rocha qualquer, e você tocava violão para mim, minha música favorita de uma banda de rock nacional.
O mais destrutivo das lembranças, não são as memórias ruins. Brigas, discussões, tudo isso faz parte, e talvez tenham sido mais um dos motivos que nos separaram. Mas o que me corrói por dentro é saber que vivemos tantos momentos lindos juntos... que jamais voltarão. Não tem mais jeito. Você se foi. Não dessa vida para uma melhor, mas desse país para outro. Perseguindo seu sonho de estudar em uma renomada universidade.
Você fez o certo. Eu em seu lugar não teria pensado duas vezes, mas aquela saudade ainda bate no peito e teima em me incendiar.
Sei que onde quer que esteja, ainda deve pensar em mim. Deve lembrar-se de nós, mas talvez sem aquele amor todo de antes. Será que pensa pelo menos com carinho? Espero que sim.
Desci para a praia com meus pés descalços, e a mesma roupa que eu havia usado na primeira vez. Trouxe também seu violão, o qual deixou comigo como lembrança.
O andar na areia me lembrava o nosso andar, quando ainda caminhávamos na mesma direção. Sentei em uma rocha qualquer, e comecei a tocar a minha música favorita de uma banda de rock nacional.
Em meu peito habitava a saudade. Meu coração clamava por você. O último acorde da música não foi um adeus. Foi apenas a sensação de que ficaríamos juntos novamente.
Não importavam quantos caras passaram por minha vida, quantos ainda passarão. Sei que em algum lugar, em algum dia descontraído, voltaríamos a nos reencontrar.

Essa era a esperança que ainda perdurava em meu peito... só não sabia até quando. 

02/10/2013

O que é sentir ódio?

As lágrimas escorriam dos olhos de Lívia, que pensava se realmente faria mudanças na vida de alguém se continuasse viva. 
Lívia estava farta da hipocrisia e ignorância de sua mãe, que não a compreendia e muito menos deixava espaço para que a filha depositasse algum tipo de confiança nela.
Os pensamentos chegavam na cabeça de Lívia como luz, com 300.000k/s. E o ódio a consumia no mesmo tempo, deixando a garota cada vez mais atormentada do que a vida lhe trazia.
Lívia entrelaça os braços em volta de suas pernas, e com as costas apoiadas em seu guarda-roupa cor de anil que contém figurinhas colecionadas na infância, ela olha para a sua frente, onde se encontra o espelho que ganhara de sua avó quando estava com a alto-estima baixa e a própria lhe disse que era a garotinha mais linda e meiga que a sociedade já vira. Lívia apesar de não ter acreditado nas palavras da avó na época, nada disse, apenas agradeceu com um sorriso nos lábios. Lívia nunca fora uma menina que confiasse muito nas pessoas, sempre desconfiando fingindo que está confiando ela levava a vida.
Mas neste dia Lívia não confiava nem em si-própria, e desviando os olhos para o lado do espelho como que cansada de ver seus olhos tão afundados em lágrimas a ponto de enxergar tudo embaçado, ela observa as duas garrafas e vodca que estão depositadas lá. Não, a intensão dela não era se embriagar igual a mãe, e sim poder se matar com aquelas porcarias que a vida criara para destruir a felicidade que poderia existir em sua família.
Escorregando sua calça jeans favorita para perto das garrafas, Lívia cruza as pernas e respira fundo, querendo aliviar um pouco da tensão, e com plena certeza do que quer fazer, ela acata uma das garrafas e a ataca contra o peito. Sua dor era mais emocional do que física, e contorcendo os lábios, Lívia pega o maior pedaço de vidro que encontra no chão. Sua vontade não era apenas desfalecer, e sim acabar com quaisquer possibilidade de dor emocional ou ódio que já sentira novamente.
Lívia segura forte o caco de vidro contra a mão, tão forte a ponto de furar sua pele deixando escorrer sangue para todos os cantos. Seu rosto se preenche com uma expressão de ódio, e com as mãos firmes como pedra, Lívia rasga seu pulso sem dó nem piedade de si mesma.
Mas para ela aquilo não era nada, o que a percorria por dentro era maior que toda a dor física que poderia ter. Então ela nada satisfeita, olha para o teto branco de seu quarto, fechando os olhos e deixando cair uma lágrima que já estava armazenada a um tempo. A garota, contraindo os lábios, enfia o caco de vidro contra o peito, e abrindo os olhos lentamente, consegue enxergar sua mãe com cara de pânico. Lívia apenas cai para trás e solta um belo sorriso com lágrimas no rosto.


* Texto escrito pela fofa da Anna Oliveira, leitora aqui do blog.
É para o e-book de crônicas que estou escrevendo com a ajuda de alguns amigos, e, claro, leitores também, hehe.
Caso tenha interesse em ver uma crônica ou texto seu aqui no blog e/ou no e-book (que assim que estiver finalizado, estará exposto gratuitamente no blog), entre em contato comigo através da página: Contato.

23/09/2013

Aproveitar a cada dia...


Seus olhos claros ganhavam forma a medida em que o Rímel lhe tocava os cílios, e com um traçado fino de delineador seu olhar se destacava.
Safira!
Um nome tão belo quanto sua face, mas tão misterioso quanto a dor que lhe acometia.
Seu sorriso puro e jovial lhe servia de disfarce. Se arrumava para esconder a dor, para fugir do amor e levar seus dias em harmonia.
Até quando aguentasse a luta, sem deixar-se ser vencida facilmente em nenhum dia de guerra que havia traçado contra si mesma.
Finalizava a sessão de beleza ajeitando as madeixas. Um lado parecia maior do que o outro, mas não havia importância para isso agora.
Nada mais importava!
Ensaiou na frente do espelho o sorriso mais bonito que conseguira dar, e, tomando sua mochila nos braços, seguiu o caminho da escola.
Há tempos não fazia aquele caminho, que tinha medo de que não a reconhecessem mais.  Havia mudado, mas sempre existe algo maior que permanece.
Seus olhos cintilavam de alegria ao ver os rostos tão conhecidos, os quais , traziam tanta paz.
Seus amigos eram o melhor presente que poderia ganhar, e a presença deles naquele momento já era suficiente para causar-lhe uma reviravolta tremenda em sua superfície.  Teve vontade de chorar ali mesmo, mas se conteve.  As pessoas não precisavam saber. Ao menos não por ora.
A escola já começava a se tumultuar. Voltar de férias é estranho.  Sentia que aos poucos já não pertencia mais àquele lugar. Àquelas pessoas.
Não recebera muita atenção. Não era popular, e as fofocas que rolavam pelos corredores eram mais importantes e  fundamentais do que quererem saber como Safira estava indo.  O que fizera e o quanto isso havia mexido com ela.
Tudo estava normal, a anormalidade estava nela, em suas atitudes.
Sua sala continuava lotada. Pelo visto, ninguém havia desistido ou os abandonado.
Menos mal, pensou ela. Queria a todos, inclusive aqueles com quem não conversava, perto de si.
O ritmo das aulas também era o mesmo, mas, embora ela pudesse notar que as atitudes de todos eram comuns para com ela, havia um sentimento diferente em seus olhares.
Seria angústia? Pena?
Não sabia ela, apenas que aquilo lhe causava uma certa aflição.
- Você está bem? - A voz vinha de sua esquerda.  Eram os olhos castanho escuros de sua melhor amiga que brilhavam em sua direção, sua voz estava seca, mas soava como uma melodia para seus ouvidos.
Safira apenas balançou a cabeça  afirmativamente, tentando convencer mais a si mesma do que à outra.
As aulas passaram rapidamente, e o tempo voando.
Já estava na hora de ir embora. O sono tomava conta de si, mas antes que pudesse ir, uma corrente de abraços a envolveu.
Era tão bom ser querida.  Era tão bom ser amada, e era justamente por esse amor que ela levantava todos os dias.
A soltaram, então Karol, sua melhor amiga de olhos escuros, entregou a ela um bilhete.
- Sentimos sua falta.  - sussurrou em seu ouvido, permitindo que Safira finalmente pudesse ir para casa.
O caminho não parecia tão longo quanto na ida.
Jogou sua mochila no sofá. Sua mãe já nem reclamava mais, havia se tornado um hábito.
Foi para seu quarto e trancou-se lá, deitando na cama.
Retirou do casaco o bilhete que recebera da amiga.
Nele havia apenas uma frase, mas foi suficiente para encher a seus olhos de lágrimas, as quais ela tentara conter o dia inteiro:
"Estarei contigo até o fim, minha irmãzinha..."
Safira segurava trêmula aquele pedaço de papel, enquanto em uma voz embargada pela emoção ela sussurrava:
-  Infelizmente não estarei com você até o fim, amiga. - A tristeza lhe invadia, e já não havia motivos para se esconder atrás de sua maquiagem.
Tirou de seu rosto tudo aquilo que a impedia de ver a si mesma naturalmente.
Mas só faltava uma coisa.  Com toda a delicadeza que ainda lhe restava, puxou as madeixas de perfeito cacheado, deixando à mostra a cabeça brilhante, de topo careca.
Se sentia nua. Se sentia horrível, mas nada poderia fazer para mudar sua condição.
Sem trocar de roupa, foi deitar-se, torcendo para que aquele não fosse o último dia que o câncer lhe permitisse viver.
Sabia que sua luta ainda não tinha chegado ao fim, e, enquanto houvesse forças, ela iria lutar, e viveria seus dias como se cada um fosse o último.
Até que o último chegasse.

16/09/2013

Doente de amor...

O cheiro que ela deixava quando passava era semelhante ao de um roseiral em plena primavera. Seus cabelos negros combinavam em perfeita sintonia com sua pele morena.
Seus lábios carnudos me enchiam de desejo de possuí-los apenas para mim e seus olhos verdes me banhavam como uma cachoeira límpida no verão. Como era bela. Dona de uma beleza arrebatadora que fascinava-me do primeiro momento em que olhava em meus olhos até mesmo quando não estava por perto.
Vê-la me deixava mais contente, alegrava-me o dia e o pesar da noite, como desejava beijar-lhe até que ela se derretesse em meus braços, como queria misturar-me a ela como o sal a água se mistura, ah como queria, só Deus sabia.
As vezes que tentei me aproximar, mas foram tantas vezes falhas que ficava por lhe admirar de longe. 
Quieto em meu canto, apenas apreciando a forma como caminhava suavemente, o quadril em perfeito sintonia com os braços, como uma modelo em um desfile de moda. 
Seus gestos já me eram totalmente conhecidos. Nada me passava despercebido aos olhos, nem aquele sorriso que ela exibia quando estava preocupada, ou a forma como bagunçava o cabelo e logo após o ajeitava com os dedos entrelaçados nas madeixas, de forma tão casual e pueril, que nem mesmo ela deveria notar que o fazia. 
Passava dias a desenhar seu perfeito rosto ,tirava fotos sem que notasse, fazia planos para conquistá-la Enviei-lhe flores, tulipas vermelhas, suas preferidas, e a cheirar o buque que recebia, ela se punha a sonhar... mas para meu desgosto e cólera, não comigo. 
Achou que as flores que recebera eram de seu vizinho bonitão, o qual se aproveitara de meu anonimato, e passara a fingir ser seu admirador secreto. 
Observar aquela situação de longe e sem coragem de gritar para todos ouvirem que eu é quem era apaixonado por ela, só me fez ter raiva. E, num instante, deixei de amá-la, para começar a odiá-la. 
A odiava por nunca ter me notado, odiava a mim mesmo por não ter me pronunciado. 
Meu desespero só fazia aumentar, especialmente naquela noite em que descobri para meu pesar que o tal do vizinho a pedira em namoro. 
Fiquei desgovernado, fora de mim mesmo. 
Peguei meu carro e fui para o bar mais próximo. Afogar as mágoas era-me a melhor opção. 
Sai de lá sem pagar e com os olhos queimando de fúria. Dirigi até sua casa esperando o momento em que fosse sair com seu amado. Na calada da noite, ele aparece para pegá-la e fazer um passeio pelas ruas da cidade. 
Aquela era a oportunidade ideal. Acelerei o carro. Não me importariam as consequências, tê-la fora de minha vida seria angustiante, então, sem pensar e sem conseguir enxergar meu caminho, atropelei o namorado de minha amada. 
A bebida afetara-me seriamente, pois não havia previsto o pior: os dois estavam juntos. 
Atropelei não só o sacana, mas também minha amada. Desci do carro cambaleando e a vi definhar em sangue. Sua cabeça estava completamente vermelha, e, segurando as mãos de seu vizinho, ela fechou os olhos, e dormiu profundamente pela eternidade. 
Entrei no carro e fugi antes que pudesse racionalizar quanto ao que eu fizera, ou que alguém me descobrisse. 
Fugi! 

Nunca pensei que chegaria a esse ponto, mas, consegui o alcançar, a ponto de amar um amor doentio que me leva a matar.



# Olá galera! Essa crônica foi escrita por uma amiga minha. Estou escrevendo um livro de crônicas e textos, então pedi para algumas amigas escreverem alguns para mim. 
Caso você se interesse em ver sua crônica/texto publicado aqui no blog e/ou no livro (o qual não será exatamente publicado, deixarei-o em forma de e-book aqui) entre em contato comigo para mais informações: Contato Ser escritora.

17/04/2013

Um aperto no peito!

O que sinto neste momento é simplesmente isso: um grande aperto no peito!
Desde segunda-feira de manhã, quando minha tia ligou para a minha mãe pedindo para que eu fosse até a casa dela para cuidar do meu primo enquanto ela levaria minha vó no hospital, eu imaginei que nunca mais voltaria a ver minha avó...
E horas após, recebemos a triste notícia de que ela havia ido embora para todo o sempre.
Como meu irmão havia dito, o céu estava em festa pela chegada de mais um belo anjo, enquanto aqui na Terra, estávamos chorosos pela falta que ela fará em nossas vidas.
Minha avó materna representou na minha vida mais do que eu poderia descrever aqui...
Sou grata a ela por tudo o que fez por mim desde o momento de meu nascimento, até seu último suspiro de vida.
Sou grata por cada grito, briga e puxão de orelha, os quais minha mãe e minhas tias sentem muita falta, e sentirão mais ainda no futuro.
A mãe de todos, que sempre fez de tudo para ajudar a todos ao seu redor.
Não tenho palavras para expressar a gratidão que sinto por ter tido como avó uma mulher tão bondosa e guerreira, que nunca se deixou abater por nada.
Ela já faz muita falta, mas sei que está em um lugar melhor, onde não existe mais sofrimento nem dor, mas nesse momento ainda existe uma grande ferida em nosso peito, que só o tempo poderá curar.
Deixou saudades, mas sempre estará em nossos corações...